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Considerado uma das maiores revoluções no consumo de mídias, streamings estão cada vez mais inacessíveis com a “diversificação” do mercado. Com a expansão do mercado de streamings os consumidores são forçados a assinar o que mais lhe agrada, mas nem sempre tem todo o conteúdo disponível e os preços são altíssimos. 

Antes vista como uma escapatória para TVs por assinatura, o serviço de streaming sofreu um grande retrocesso, no que um dia foi uma grande revolução. 

Quais motivos levaram a queda dos streamings

Com o lançamento da Netflix em 2010 e da Hulu nos Estados Unidos em 2011, tudo que era conhecido para consumo de filmes e séries mudou. Com planos bem mais acessíveis que TVs por assinatura, sem um compromisso de adesão de 1 ano, e a facilidade em assistir pelo celular ou pelo computador (atualmente em televisões). Ainda em 2010 cerca de 105 milhões de pessoas aderiram aos serviços, mas segundo um estudo da Digital Research esses números vêm diminuindo. 

Cerca de 91 milhões de assinantes em 2018 e 81 milhões em 2024. 

Os motivos são diversos, mas um dos principais é o elevado número de streamings e seus valores exorbitantes. Antes você contava com Netflix e Hulu, o catálogo de quase todos os estúdios estavam disponíveis nesses streamings, atualmente são cerca de 16 entre os mais populares de filmes e séries. 

Retorno da pirataria

Com o mercado de streamings inflacionado também houve aumento das assinaturas, os principais tiveram um aumento de 50% do valor somente em 2024. Confira os valores: 

Totalizando R$272,19 para usufruir desses catálogos, levando em consideração que existem planos mais caros e mais streamings. Isso levou a exaustão dos consumidores que têm cada vez mais retornado a TVs por assinatura ou recorrido a pirataria.

Antes deixada de lado com o surgimento dos streamings, a pirataria vem retornando com força e novos métodos, como as famosas caixas Box, IPTVS e o saudoso Torrent. 

Segundo uma pesquisa realizada pela Ayden, cerca de 39% dos brasileiros pretendem cancelar suas assinaturas em 2025. Assim podemos ver o fim da era de streamings, não que eles irão deixar de existir, mas sofrerão fortes mudanças.

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