Crítica: Tudo O Que Você Podia Ser

Uma mescla entre documentário e ficção

Após passar pelo Festival do Rio 2023, chega aos cinemas a nova obra do diretor Ricardo Alves Junior (‘Elon Não Acredita Na Morte’). Com pouco mais de uma hora, o longa mistura documentário e ficção da melhor forma possível, tornando os personagens e as histórias mais próximo de seu espectador.

O longa acompanha Aisha em seu último dia em Belo Horizonte, já que ela está de partida e encara um dia muito especial de com as suas melhores amigas: Bramma, Igui e Will. A obra é trás uma mensagem sobre amizade e construção de família, uma vez que as relações com as amigas é mais forte que as relações familiares.

‘Tudo o que você podia ser’ é um documentário de ficção que gera dúvidas sobre o que é real e o que é ficção. Porém, esse é o grande trunfo do longa, uma vez que vivenciamos essas amizades e essas histórias de forma tão única. É um retrato queer sem maximizar ou vitimizar suas protagonistas, pois a busca é por mostrar a alegria delas e a despedida de Aisha que vai para outro estado.

Não sabemos como é a vida de Aisha em São Paulo, mas sabemos que em Belo Horizonte estará sempre bem acompanhada. Há pontos muito fortes abordados aqui e são tratados com certa “naturalidade”, inclusive doenças sérias.

O sorriso e a alegria ao final da rodagem é a prova de que o cinema queer cada vez mais é tratado como deve e que existem muitos boas histórias para contar. Fica a curiosidade de como vai ser a vida de cada uma das quatro protagonistas, mas a certeza de que a amizade e o vínculo delas não será quebrado.

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