Com um dos elencos mais caros e recheados da Netflix, The Eletric State estreou no dia 14/03. Além de contar Millie Bobby Brown e Chris Pratt como protagonistas, temos Ke Huy Quan e Giancarlo Esposito no elenco. Apesar do elenco o filme não faz jus a adaptação da obra de mesmo nome criada por Simon Stålenhag.
Situado em uma versão alternativa dos anos 90 a história acompanha Michelle (Millie Bobby Brown), uma adolescente órfã que encontra Cosmo, um robô que acredita ser seu falecido irmão. Determinada a descobrir a verdade sobre seu irmão, Michelle parte numa aventura pelo país. Durante a jornada, a jovem encontra Keats (Chris Pratt) e seu amigo robô Herman (Anthony Mackie). Juntos, eles atravessam o país em busca da verdade sobre o irmão de Michelle, enquanto enfrentam a perseguição de um caçador de robôs aposentado, bem como de uma big tech.
The Eletric State é raso
A história apesar de ter uma ótima premissa pouco se desenvolve, em um mundo onde as máquinas se revoltam e entram em guerra contra humanos, vemos muita superficialidade. Pouco desenvolvimento desses acontecimentos, deixando claro que um filme de duas horas é pouco para contar a história.
The Eletric State começa lentamente, e quando você acha que vai ficar melhor o filme acaba. Com um fim previsível, e (para variar) uma péssima atuação de Millie Bobby Brown, assim como Chris Pratt que aparenta ser uma variante de Peter Quill durante todo filme. A Netflix entrega mais um Blockbuster fraco e raso.
Os irmãos Russo realizam neste filme um de seus piores trabalhos, provando que não merecem continuar a frente de futuros filme da Marvel. Apesar de não ser de todo ruim, fica claro que os 320 milhões de dólares gastos pela Netflix em The Eletric State não foram bem utilizados.
Nota: 4,5/10
