Crítica: O Tarô da Morte (2024)

Quando o tarô se volta para o macabro

Esse filme me chamou a atenção por ter uma premissa, aparentemente, criativa. Ainda não tinha visto essa temática de tarô e signos sendo usada num contexto de terror. O problema é que essa criatividade não passa muito da primeira camada, porque conforme a estória avançava, percebi que esse era só mais um terror genérico que se sustenta por vários jump scares. E sim, aqui tem muitos, grande parte deles sendo bastante descarada e previsível, mas pelo menos, esses sustos gratuitos chegam em algum lugar, já que esse é um slasher sobrenatural.

O visual de algumas entidades é marcante, com destaque para o Louco e a Suma Sacerdotisa, talvez sejam os dois momentos mais memoráveis do filme. Como eu disse antes, são cenas que chegam em algum lugar, só que a conclusão dessas cenas é quase sempre a mesma, então acaba perdendo a graça muito rápido. Os personagens são pouco carismáticos, no máximo, dá para se simpatizar pelo Paxton (por ele ser o alívio cômico e por ser um ator familiar, pra quem viu a trilogia do Homem-Aranha do Tom Holland) ou então pela Paige (pra quem viu o filme musical de Meninas Malvadas desse ano). Resumindo, se tirar o elemento de tarô, “O Tarô da Morte (2024)” não tem muito diferencial, é clichê e pouco empolgante, do tipo que te faz esquecer da sua existência daqui a uma semana.

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