Crítica: Abigail (2024)

Vampiros, comédia e muito sangue em tela

A premissa desse filme me lembrou a de “O Homem nas Trevas (2016)”, por mais que sejam temáticas diferentes, os dois consistem em subverter quem seriam as vítimas e quem seria a ameaça, que acaba sendo a opção mais improvável (ou deveria ser). E nesse caso, parece que o próprio filme tem consciência de que a sua ameaça não é tão ameaçadora assim, porque nem os personagens parecem levar a sério. Então tem um teor cômico muito presente, até mesmo nas cenas que deveriam ser tensas. Mas como esse elemento é apresentado desde o início, não fica fora de tom, pelo contrário, deixou o longa ainda mais divertido de assistir.

O roteiro também tenta trazer umas camadas de drama, envolvendo o passado da protagonista (interpretada pela Melissa Barrera, que entrega uma performance mais marcante que nos últimos da franquia “Pânico”), mas não chega a ser o ponto alto. O destaque fica para a ótima Alisha Weir, que interpreta a personagem-título e parece estar se divertindo muito no papel. Resumindo sem entregar muitos spoilers, “Abigail (2024)” é um terror com forte presença de comédia e que envolve vampiros, em vibe parecida com a de “O Que Fazemos nas Sombras (2014)” e o recente “Renfield (2024)”.

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