Crítica: Terrifier (2016)

Art o palhaço é um  dos  personagens recentes do terror slasher e um  tanto polêmica em seu primeiro filme da franquia consegue trazer sua personalidade a novo ícone do terror?

Sinopse: Um maníaco chamado Art, o Palhaço aterroriza duas amigas na noite de Halloween e todos que se atravessam no seu caminho.

Palhaços são figuras que algumas pessoas dão  medo, isso é normal uma  figura de homem com rosto pintado agindo de maneira caricata   pode ser tão assustador mas para  Damien Leone extrapola o conceito de medo de como essas criaturas trazendo olhar o quanto aterrorizante tudo isso está em Terrifier.

O primeiro capítulo dessa franquia foi feito com  financiamento coletivo cerca de US$35.000 mil dólares foram gasto aqui parabenizo pelo coragem longa nem parece ter esse valor o diretor utiliza do baixo recurso para criar ótima atmosfera os ambientes fechados as vezes claustrofóbicos junto maravilhosa maquiagem conseguem fazer os absurdos de Art críveis.

A história e os personagem em Terrifier são qualquer coisa, não tem desenvolvimento quase nulo, as preocupações  são ter mortes criativas e chocantes. Leone  além diretor e o roteirista longa está mais preocupado em fazer conceito de seu personagem Art o palhaço  de desenvolver a  trama  temos elementos jogados tem  personagem que mora do porão de casa abandonada acredita brinquedo de porcelana sua filha isso e atirando na história para depois ser cena um tanto medonha personagem título usando a carcaça da mulher.

O ator David Howard Thornton interpreta Art  da personalidade mesmo sem falar ao palhaço maldito sua o físico a  ironia misturada  sede de sangue faz personagens ser figuras do terror slasher mas perturbadoras e também quanto carismática. Diferente do resto elenco mais parecem amadores, tem sujeito aqui faz um dedetizador pelo amor nem esforça para fazer algo decente traz diálogos sem emoção alguma.

Terrifier tem muita  liberdade criativa de seu diretor Damien Leone mesmo foco do filme não ser diálogos e atuações digna de Oscar toda equipe faz algo divertido diferentes de terror de shopping centers são mais focados em Jumpscare e violência leve o  filme usa e abusa do sangue e violência algo diferencia traz experiência que marca principalmente não acostumado com gênero.

NOTA 6/10

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