Crítica: Arrow 8ª Temporada

Um final triste para a série que começou tudo

Chegamos ao fim de Arrow, a série que deu início a todo o Arrowverse. Mas será que o desfecho faz jus à sua importância, ou acaba de forma decepcionante algo que um dia já foi tão bom?

Sinopse: Após descobrir que não sobreviveria no universo da Terra-2 enquanto viajava com seu pai, Oliver Queen (Stephen Amell) aceita cumprir uma série de missões impostas pelo Monitor (LaMonica Garrett).

A última temporada de Arrow começa de maneira promissora, com Oliver sentindo o peso das escolhas feitas para a Crise. O retorno a momentos icônicos da primeira temporada cria uma sensação de nostalgia. Porém, esse potencial logo se perde.

Arrow — “Prochnost” — Image Number: AR805A_0203b.jpg — Pictured (L-R): Katherine McNamara as Mia and Stephen Amell as Oliver Queen/Green Arrow — Photo: Dean Buscher/The CW — © 2019 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.

Uma das características que tornou Arrow famosa foi o seu estilo “pé no chão”. No entanto, essa última temporada se afasta completamente dessa essência ao introduzir viagens no tempo e tramas confusas. O pior é a atuação, com Mia Smoak e Oliver Queen parecendo competir para ver quem atua pior.

A trama final se transforma em algo caótico, com uma mistura de viagens no tempo, conflitos familiares e múltiplas linhas do tempo, resultando em uma novela sem sentido. Além disso, a temporada deixa um gancho para uma série futura que nunca chegou a acontecer, o que agrava ainda mais o sentimento de frustração.

Infelizmente, Arrow se encerra de forma muito inferior a como começou, com um final angustiante. Para quem shippa casais como Olicity, o desfecho pode até agradar, mas para mim, a série só conseguiu me deixar irritada.

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