Crítica: Supergirl 4ª Temporada

Uma temporada de boas ideias, mas péssima execução

Chegamos à quarta temporada de Supergirl, que promete mostrar a luta dos alienígenas para se adaptarem à Terra. Mas será que essa premissa funciona? Vamos descobrir.

Sinopse: Uma revelação chocante abala National City. Quando Kara (Melissa Benoist) precisa de ajuda, Alex (Chyler Leigh) recorre a Lena (Katie McGrath) e Brainiac (Jesse Rath) para formarem uma aliança. Juntos com Barry (Grant Gustin), Oliver (Stephen Amell) e Clark (Tyler Hoechlin), Kara se envolve na maior batalha de sua vida.

De boas intenções, o inferno está cheio! Essa frase resume o que é a quarta temporada de Supergirl: cheia de boas ideias, mas que, como é comum nas produções da CW, acaba perdendo força com o tempo.

A série começa muito bem. É interessante ver Kara no auge de suas habilidades e, gradualmente, testemunhar sua queda, especialmente nos três primeiros episódios, onde podemos ver ela quase à beira da morte. Esses momentos são muito impactantes.

A nova dinâmica entre Brainy(Jesse Rath) e Alex(Chyler Leigh) é incrível. Ver Brainy tentando se acostumar à sua nova realidade é fascinante, principalmente com a chegada de Nia(Nicole Maines), que traz um novo fôlego à trama.

Assim como as novas dinâmicas com a adesão da Eve Techsmacher e Sonhadora, sendo a primeira interpretada por Andrea Brooks que tem uma dinâmica de gato e rato com Lena Luthor(Katie McGrath) que se intensifica com a chegada de Lex Luthor interpretado por Jon Cryer. Enquanto a segunda, é legal ver a dinâmica de professora e mentora com a Sonhadora interpretada por Nicole Maines.

Diferente desses bons arcos, temos o de Jimmy Olsen(Mehcad Brooks) que é cansativo, toda a questão dele não conseguir mais ser herói, a relação dele com Lena Luthor é insuportável, mesmo que a melhor cena dele talvez seja ele como repórter. Mas pelo menos nos foi apresentado Kelly Olsen(Azie Tesfai) que tem uma dinâmica bem legal com Alex Danvers

Jon Cryer interpreta um ótimo Lex Luthor, mesmo que caricato a atuação dele é boa principalmente quando integrada a Red Daughter(Melissa Benoist) a versão russa manipulada pelo Lex, quando entra os dois na temporada acaba dando um bom dinamismo, já que o Sam Witwer como o Agente da Liberdade não é um bom vilão

No entanto, a temporada se perde ao longo do caminho. Mesmo tratando de temas importantes e contendo cenas poderosas, como o protesto, além de personagens de peso, há problemas claros. Alguns personagens, como a coronel Hailey, são simplesmente insuportáveis, o que prejudica a experiência. No final, a temporada acaba sendo um amontoado de boas ideias que não conseguem ser executadas da melhor forma.

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